|
|
O SIMA apresentou queixa junto da ACT, da DGERT e da Comissão Europeia por entender que o despedimento colectivo na Faurecia em Palmela é ilegal, por estarmos perante uma claríssima violação de normas que emanam da transposição para a legislação nacional de Directivas comunitárias. Muito estranhamos a falta de actuação das autoridades portuguesas neste cenário, agravado ainda por existirem estruturas representativas de trabalhadores que não vieram a público denunciar esta situação.
SIMA reuniu com a empresa num espirito de dialogo verdadeiramente de salutar que permitiu resolver um conjunto de diversos problemas.
A empresa Haworth, no âmbito da sua estratégia de reestruturação, planeia despedir 40 trabalhadores pois outras medidas já não são viáveis como a Lay-off, se são viáveis perderam a criação de uma bolsa de horas para o próximo ano. Do grupo de perto de 4 dezenas de trabalhadores a dispensar, a empresa já chegou a acordo com a maioria. Caso não chegue a acordo com os restantes iniciará um processo de despedimento colectivo formal. O SIMA acompanha de perto a evolução da situação, prestando apoio directo/acessoria aos seus associados e monutorizará todo o processo de despedimento colectivo caso este venha a concretizar-se.
O SIMA – Sindicato Das Industrias Metalúrgicas e Afins, lamenta que mais uma vez o processo de informação e consulta em Portugal, seja completamente, posto á margem, numa completa violação do que a Lei Portuguesa e Comunitária prevê nesta matéria. A empresa Kemet, dá conhecimento da sua intensão de proceder a um despedimento colectivo sem antes ter levado a cabo uma consulta para procurar soluções ainda antes de se enveredar pelo caminho do despedimento colectivo; entende o SIMA que esse deveria ser a consulta deveria ser um processo previo só que com a formalização do processo veem‐se goradas essas expectativas, mas também um claríssima ilegalidade que marca um momento anterior ao do encetar do despedimento colectivo. O SIMA analisará no contexto do desenvolvimento do processo o recurso aos meios legais para a restituição da legalidade mas não poderá de dar conhecimento de tal ás instancias comunitárias, sobre a posição das autoridades portuguesas e actuação da empresa. Só podemos lamentar esta situação e lamentar mais que a única proposta seja o despedimento colectivo achamos que existiriam outras formas de enfrentar este problema. Com a agravante de que a Kemet tem estado num processo de redução de pessoal e tememos que este processo seja o encetar de uma fase final de encerramento apesar de tal a empresa contrariar. Mas o SIMA já assistiu a muitos processos semelhantes e que infelizmente para os trabalhadores portuguese terminaram nesse quadro. O SIMA está e estará ao lado dos trabalhadores neste processo e não deixará de […]
A Comissão Executiva do SIMA – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins, tendo analisado a situação socieconómica e sindical do mundo do trabalho em Portugal, especialmente atenta aos variadíssimos alertas e posições públicas quer de organizações nacionais e internacionais dos mais variados quadrantes, religioso, empresarial, financeiro e social, e:
Considerando que, desde a tomada de posse do Governo, este vem adotando políticas antissociais que são uma afronta ao povo português e, em especial, aos trabalhadores; Considerando a estagnação e a retirada de direitos a que se assiste na contratação coletiva; Considerando o aumento brutal do desemprego, face a uma cada vez maior e crescente encerramento de empresas; Considerando que milhares de trabalhadores são lançados no desespero do desemprego; Considerando a falta de políticas activas de empregabilidade, por falta de iniciativa do Governo; Considerando a falta de transparência nos processos de privatização das empresas do tecido empresarial do Estado, muito particularmente da TAP, sem informação aos trabalhadores e suas organizações sindicais; Considerando a falta de credibilidade e de isenção duma equipa que gere o processo de privatizações, que põe em causa o País e põe em causa o futuro dos portugueses; Considerando o verdadeiro ataque à contratação coletiva, através da imposição do contrato individual de trabalho; Contra a redução actual e contra o congelamento futuro dos salários; Contra o confisco dos rendimentos dos trabalhadores das empresas do sector público e empresarial do Estado e da redução real dos salários dos trabalhadores; Considerando a política fiscal de injustiça e de desigualdade assumida […]
No âmbito do Comite de Dialogo Social Europeu do Sector Químico em que a única estrutura Portuguesa presente é o SIMA, empregadores e sindicatos chegaram a acordo da definição das primeiras categorias profissionais para toda a Europa; Igualmente foram assumidas de comum acordo medidas no âmbito das pensões. Um marco muito significativo no desenvolvimento do dialogo social a nível europeu.
O SIMA vai realizar dois plenários em empresas sediadas no parque da AutoEuropa: nomeadamente na AutoVision no dia 3 de Outubro das 7h00 ás 8h00 e das 15h30 ás 16h30; Schnellecke dia 3 de Outubro das 7h00 ás 8h00 e das 15h30 ás 16h30. No primeiro visa analisar-se a aplicação do Contrato Colectivo do sector na empresa, e os resultados da reunião com a Administração da empresa em que foi apresentada a petição desenvolvida por esta estrutura; e no segundo, analisar a actual situação da empresa e as medidas a assumir no futuro. Contamos com a presença de todos os sócios do SIMA e dos trabalhadores em geral.
O SIMA levou a cabo uma petição junto dos trabalhadores da AutoVision no sentido daqueles exigirem da empresa a aplicação do Contrato Colectivo para o sector Automovel. Esta petição recolheu mais de 100 assinaturas. O SIMA pretende agora apresentar em mão à empresa os resultados numa ambito de uma reunião com a mesma.
Vem o SIMA informar de que existem diversas situações muito complicadas em diversas unidades do Parque da AutoEuropa: as empresas,Vampro, Palmetal que vão entrar em lay off já nos próximos dias de downdays 21.09.2012, 28.09.2012, prevendo-se ainda o dia, 01.10.2012 a 04.10.2012 . Na Webastos mais 11 trabalhadores foram despedidos. No caso da Schnellecke existem negociações para evitar também um Lay off. O SIMA acompanha esta situação com extrema preocupação Vem o SIMA informar de que existem diversas situações muito complicadas em diversas unidades do Parque da AutoEuropa: as empresas,Vampro, Palmetal que vão entrar em lay off já nos próximos dias de downdays 21.09.2012, 28.09.2012, prevendo-se ainda o dia, 01.10.2012 a 04.10.2012 . Na Webastos mais 11 trabalhadores foram despedidos. No caso da Schnellecke existem negociações para evitar também um Lay off. O SIMA acompanha esta situação com extrema preocupação
Tal como já havia acontecido a nível Europeu com a criação de uma federação agregando todos os sectores produtivos, o mesmo sucedeu a nível internacional. Nesse sentido, no passado dia 19 de Junho, em Copenhaga, Dinamarca, foi formalmente criada a IndustriALL GLOBAL UNION que congrega organizações sindicais de todo o mundo em sectores como o metal, energia, têxtil, químico, minas e afins. Esta nova federação foi criada pelas agora extintas FITIM, ICEM e ITGLWF e representa, resultado dessa fusão, 55 milhões de trabalhadores em todo o mundo. Estamos certos que esta nova federação continuará o trabalho desenvolvido pela FITIM, continuando a ser um marco na vida sindical internacional. Também esta recente fusão destas organizações sublinham o pioneirismo do SIMA quando este passou a abranger todos os sectores produtivos e de serviços, procurando uma mais ampla salvaguarda dos trabalhadores de todos os sectores.
|
|